Download Comentário Bíblico Broadman – Vol 3 – 1Sm – , , por Carta, The Israel Map and Publishing . Os estu-dantes de geografia histrica fariam bem em estudar a fonte citada para A cronologia preparada por E. R. Thiele utilizada em todo o atlas para os reis hebreus. A feroz resistncia de Gaza pode ser explicada pela apreenso dos. exégesis a Romanos. Descripción: carta a los Romanos 10 Comentario Beacon – Hebreus a Apocalipse. teologia Carta aos Romanos (1).pdf.

Author: Zolokinos Malazshura
Country: Namibia
Language: English (Spanish)
Genre: Technology
Published (Last): 25 June 2008
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Published on Nov View Download Copyright para a lngua portuguesa da Casa Publicadora das Assemblias de Deus. Ttulo do original em ingls: The Macmillan Bible Atlas Traduo: Geografia – Descrio 2. Geografia – Civilizao CDD Aharoni exxplicadinha a parte do Antigo Testamento mapasenquanto aoos professor M. Avi-Yonah revisou a parte sobre os perodos posteriores mapas ; a preparao cartogrfica e tcnica ficou a car-go de Emanuel Hausman.

As duas partes foram originalmente preparadas, desenhadas e publicadas pela Carta de Jerusalm numa forma um pouco diferente, em hebraico e em volumes separados. Na primeira parte, o povo hebreu se localizava principalmente na pequena rea da Terra Santa.

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Por ocasio da revolta de Bar Kokhba, porm, grande parte do povo se encontrava disperso entre as naes. Para esse fim, apoiamo-nos em conhecimentos bblicos mais recentes, em pesquisas histricas e arqueolgicas e em novos conceitos educacionais. Nessa conformidade, ten-tamos apresentar um ponto de vista equilibrado. Em inmeros casos, entre-tanto, tivemos de escolher entre opinies conflitantes, quando somente novas descobertas e pesquisas podem ser elucidativas.

O ponto focai deste atlas a Terra Santa, e procuramos coloc-la em sua relao apropriada com as terras circunjacentes, a maioria das quais desem-penhou parte importante na sua histria. Existem assim muitos mapas, mos-trando a Terra Santa como parte do mundo do Antigo Oriente ou do mundo greco-romano como um todo.

Tentamos incluir nesses mapas cada stio ou evento nas terras vizinhas que tivesse qualquer ligao com a Bblia ou com a histria da terra da Bblia, mesmo que no houvesse meno especfica a respeito deles nas Escrituras. Note-se, porm, que no se trata de um atlas do Antigo Oriente ou dos imprios helenista e romano, nem tentamos ser conclusivos com respeito s regies circunvrzinhas.

De modo geral, quando h qualquer dvida sobre a identificao de qual-quer lugar, isto indicado no ndice de nomes de lugar, e no no mapa em si. Quanto s fronteiras, possumos apenas detalhes de natureza geral. Te-mos freqentemente informaes jebreus ocupao de fronteiras, mas faltam quase sempre informes sobre suas demarcaes.

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Nos textos escritos, no h praticamente dificuldades neste sentido, pois basta dizer que “a fronteira vai de A ao leste at B explicadijha regio costeira” e assim por diante. Nos mapas, porm, preciso haver definio; pois, uma vez traada, a linha s tem uma nica interpretao.

Muitas das rotas das campanhas e viagens, especial-mente as do Novo Testamento, so tambm conjeturas. De fato, luz da moderna erudio, extremamente difcil tomar os detalhes geogrficos dos evangelistas e da primeira parte de Atos ao p da letra. Em muitos casos, o ponto de explicadinya de uma rota conhecido, assim como o destino e vrios pontos ao longo do caminho.

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Detalhes de cada rota ou fronteira foram definidos com base numa lgica tpica e topogrfica, pois num bdm histrico a conjetura deve complementar o fato. A idia inicial deste atlas coube ao falecido Amnon Soferman, C. Shmuel Safrai, preletor snior da Universidade Hebraica de Jerusalm, auxiliaram no pre-paro da parte do Antigo Testamento e sees posteriores, respectivamente.

Agradecimentos e apreciao so devidos ao professor William D. Davies, professor de estudos avanados e pesquisa nos originais cristos, Duke University, pelos seus valiosos conselhos carha ajuda cxrta todo o perodo de preparao deste adas.

O preparo fsico deste atlas foi executado com toda dedicao pelo pesso-al da Carta em Jerusalm, especialmente M. Karp, artistas grficos, e R.

Graman que adaptou o texto e os mapas para a edio inglesa. Enquanto isso, muito progresso tem sido feito no estudo das fontes antigas e no conhecimento do ambiente ecolgico das terras bblicas. Pesquisas arqueolgicas, sob a inspirao de Yohanan Aharoni, mas das quais ele no chegou a ver os frutos, cobriram a maior parte do terreno do pas.

Escavaes nos stios em todas as reas da terra produziram grande fartura de novos explicaddinha. As cidades greco-roma-nas da Palestina, desde a Galilia at as estepes do Sul, inclusive Bete-Se e Cesaria, foram quase completamente descobertas, e sua cultura material, revelada.

A anlise e interpretao de todos esses novos dados tornaram praticamente imprescindvel que um atlas deste tipo sofresse uma profunda reviso. Na parte do Antigo Testamento, o bek de quase todos os mapas foi completamente reescrito.

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A parte do Segundo Templo foi revisada para in-corporar hebdeus descobertas recentes, especialmente no que diz respeito Jerusalm do perodo herodiano. Isto foi feito sob a impresso de que Aharoni e Avi-Yonah teriam apreciado as evidncias recentes e aceito os novos argu-mentos. Em qualquer caso, tentamos trabalhar orientados pelo esprito des-ses dois grandes inventores da geografia histrica.

O mtodo bsico da primeira edio permanece inalterado. Os mapas se apoiam nas fontes escritas antigas, o ambiente fsico com o qual trata cada documento e os dados obtidos mediante a pesquisa arqueolgica. Os estu-dantes de geografia histrica fariam bem em estudar a fonte citada para cada mapa, se quiserem estar aptos para apreciar plenamente a interpretao que o mesmo representa.

A vasta coleo de literatura secundria, erudita, no poderia ser citada em um manual de ensino deste tipo. A atualizao nessa rea exigiria um formato inteiramente diverso.

A histria dessa enti-dade geogrfica no pode ser dissociada do contexto mais amplo do Orien-te Prximo da Antigidade e do mundo greco-romano. Para a geografia his-trica, colocar a Bblia no mapa uma tentativa de compreender os eventos bblicos em seu contexto ecolgico e scio-cultural.

Esse um componente essencial dos estudos bblicos, se desejarmos sin-ceramente sentir empatia pelos povos antigos, cuja experincia religiosa afir-mamos crata. Nossa esperana que esta terceira edio venha a enriquecer oas estudo bblico de todos os alunos, professores e eruditos que desejam sinceramente colocar a Bblia ao alcance de todos. Os nomes encontrados nos apcrifos ou provenientes de fontes externas se-guem as formas mais conhecidas ou prximas do original.

Na edio inglesa, os nomes e citaes geogrficos de fontes externas so base-ados quase sempre na obra Ancient Near Eastern TextsRelatin to the Old Testamento editada por J.

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Prichard, Princeton University Press, e na bdm Loeb das obras de Josefo, embora com algumas modifica-es. Ao escrever nomes de lugares clssicos, foram geralmente em-pregadas as formas latinas; o a em ae foi, porm, eliminado na maio-ria dos casos, exceto em nomes como “Caesar” e ‘Aegina”, onde o edplicadinha aceito dita o contrrio. As variantes tel e tell indicam o hebraico e o rabe, respectivamente. A cronologia dos reinos da Assria, Neobabilnia e Prsia exata, com uma margem de erro de dois anos ou menos.

Os perodos histricos mais antigos gebreus margem de erro mais ampla na variao. A cronologia do Egito aqui adotada geralmente aquela seguida pelo Oriental Institute of the University of Chicago. Os reinos Antigo e Mdio esto evidentemente sujeitos a reviso, medida que novas informaes so colhidas. O Reino Novo est bem estabelecido, embora haja ainda explicadinh opes: A baseada na data de para a ascenso de Tutmoses II foi incorporada aqui.

A riqueza de dados proveniente do Terceiro Perodo Intermedirio, paralelo s monarquias de Israel e de Jud, torna a cronologia mais exata, embora haja ainda espao para alteraes. No perodo Saita a. A cronologia preparada por E. Thiele utilizada em todo o atlas para os reis hebreus. Ela possui inmeros elos com datas assrias e babilnicas precisas. O perodo pr-monarquista, inclusive explicadinja Era Pa-triarcal e a hebreis Juizes, no tem contatos certificados com a histria do Antigo Oriente Prximo.

Suas cronologias relativas s podem ser pres-supostas com base na comparao com a hebres cronolgica geral. A cronologia dos perodos helenista e romano est bem estabeleci-da e carha apresenta nenhum problema especial.

As datas dos eventos mencionados no Novo Testamento foram ajustadas, na medida do possvel, na estrutura da cronologia geral. Os nomes entre parnteses so contemporneos ou modernos. Quando adicio-nados a outro nome, porm, podem ser variantes contemporneas. Os nomes colocados em Iboxesl so de lugares ainda no identificados, embora sua locali-zao geral seja conhecida por meio das fontes.

O Crescente Frtil Reinos da Antigidade: O Crescente Frtil Estados Modernos 13 6. Os Desertos que Cercam da Palestina 14 7.

As Regies Geogrficas da Palestina 14 8. As Montanhas e Rios da Palestina 15 9. As Rotas Internacionais no Antigo Oriente 16 As Rotas na Palestina 17 A Economia do Antigo Oriente 18 A Rconomia da Palestina 19 As Culturas Primitivas no Oriente Mdio 20 Os Rios do Jardim do den 21 Perodo Calcoltico Quarto Milnio a. Perodo Cananeu Idade do bronze a a. Perodo Israelita Idade do Ferro a a. O Antigo Oriente no ‘lferceiro Milnio 24 A Campanha de Pepi I c. A Expulso dos Hicsos a. A Campanha de Tutmoses a.

Disposio dc Foras para a Batalha de Megido 32 A Batalha de Megido 32 O Egito na poca de Amarna 35 Jerusalm e as Cidades de Sefel nas Cartas de Amarna c.

C 40 Mapa Pgina N N A Batalha de Cadcs a.